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[Filler - D] Diário de um Uchiha - Alec



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#1
Fuera de línea
em Seg Jul 24, 2017 1:32 am


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Diário de um Uchiha
Tipo de Missão: Filler
Rank: D
Integrantes: Alec
Vila: Akagakure
Recompensa: Filler D - 15 XP, 150 Ryous
Rolamento de Aparição: Não
Narração: Sem Narração
Objetivo: Um diário esteve sempre com Alec em seus momentos livres, sempre ocultando o mesmo em um pergaminho, e nesse pequeno diário o Uchiha relatou as coisas mais importantes para ele nesses 3 longos anos que se passaram, vamos ler !?

Código:
[quote][b]Diário de um Uchiha[/b]
[b]Tipo de Missão:[/b] Filler
[b]Rank:[/b] D
[b]Integrantes:[/b] Alec
[b]Vila:[/b] Akagakure
[b]Recompensa:[/b] Filler D - 15 XP, 150 Ryous
[b]Rolamento de Aparição:[/b] Não
[b]Narração:[/b] Sem Narração
[b]Objetivo:[/b] Um diário esteve sempre com Alec em seus momentos livres, sempre ocultando o mesmo em um pergaminho, e nesse pequeno diário o Uchiha relatou as coisas mais importantes para ele nesses 3 longos anos que se passaram, vamos ler !?[/quote]

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#2
Fuera de línea
em Seg Jul 24, 2017 12:37 pm


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O diário Uchiha
Diário !
— Depois que o exame de graduação acabou definitivamente, cheguei em casa e meus pais estavam todos alegres com a notícia de que eu havia me tornando um Chūnin o que não era mais do que a minha obrigação por carregar junto ao meu nome o sobrenome de uma das famílias mais nobres da vila. — Uma pequena pausa para subir na árvore — Onde eu estava, lembrei ! A hora da notícia foi um tanto que complicado de falar, não sabia como colocar aquilo para fora, não havia conhecimento sobre sentimentos, algo que o nosso pai fez questão de matar em mim, pelo menos não completamente. — Peito começa a doer psicologicamente dando vontade de chorar  — As lembranças da garota de cabelos ruivos e minhas mãos sujas com o sangue de meu irmão, me fazia questionar tudo o que meu pai me ensinou, mas precisava contar se não aquilo iria acabar me matando por dentro. As palavras secas saíam de minha boca "Kanji está morto" algo que nossa mãe nunca pensou que iria escutar, que um de seus filhos não iria mais se sentar a mesa do jantar e contar para ela coisas engraçadas, pois diferente de mim você sempre foi o alegre e brincalhão, algo que o nosso pais nunca conseguiu apagar em você o que me incomodava profundamente, onde o ciume tomava conta de mim incontrolavelmente me fazer sentir repulsa por você, a meu pequeno irmão. — O choro não pode ser controlado — Tem tanta coisa que eu preciso colocar nessas páginas que não sei se irei conseguir fazer isso, achei que adquirindo um diário iria me fazer bem.


Kanji !
— Não seu o que me deu de escrever alguma coisa sobre você meu irmão, estou aqui em meio ao nada lembrando de você correndo atrás de mim e eu querendo me livrar de você, e hoje nesse tia melancólico estou vendo o mundo com os seus olhos. Hoje faz exatamente uma semana desde que o exame acabou, .... e também o sete dias desde que. — Lágrimas escorriam pelo rosto do Uchiha — Desde que você seguiu seu caminho mais além do que o meus, e decidir não ser mais uma ferramenta para o nosso pai que sempre nos instigou a fazer treinamentos rigorosos no intuito de fazer com que possamos fazer o que ele sempre sonhou, liderar os "Uchiha". Pois é Kanji, ele nos forçou a despertar uma maldição que iria ser usada por ele em bem prazer de usar os seus filhos para alcançar uma coisa que ele não pode no passado, ... e como eu descobrir isso ? bem essa história é longa e precisa ser contada nos mínimos detalhes para que nada seja esquecido por mim, e acho que essa caneta irá ficar sem tinta em algum momento. — Alec sorria ao brincar com a situação — Tudo começou quando eu resolvi dar um passo em minha carreira como shinobi da vila, onde iria ficar o mais fastado que pudesse das pessoas, não estava bem para seguir como de costume, o Alec que você conheceu já se encontrava perdido em meio a escuridão. —


ANBU !
— Devido a graduação elevada que obtive no exame, tive conhecimento de esquadrões que a vila possuía em segredo de pessoas comuns e despreparadas como a maioria dos gennins são, e dessa forma eu decidir buscar mais informações sobre isso devido ao fato da situação lá de casa não estar mais dando para suportar, o nosso pai acabou por beber mais que o costumo e como consequência a nossa mãe tentava manter as aparências, mas era nítido como a água de que ela estava completamente destruída por dentro. Por fim me juntei ao time de caça e assassinato da vila, o que era a única coisa que me fazia bem depois de tudo, e assim eu não voltava mais para casa em momento algum, passava mais tempo fazendo missão e no QG do esquadrão do que qualquer outra coisa. No começo as missões eram simples e bem lógicas como qualquer uma tinha que ser, por ser um novato não tinha muita liberdade de fazer as coisas como os veteranos, embora minhas habilidades com o uso de armas brancas acabou surpreendendo o nosso comandante em tão pouco tempo, fazendo com que eu fosse integrado junto ao time de rastreio, onde tive mais contato com o Hatake que iniciou no esquadrão no mesmo dia em que eu. Minhas habilidades assassinato e infiltração eram mais notáveis do que o resto do meus atual time, onde todos eram mais para investigação e rastreio algo que eu não curtia muito, mas tinha que aprender para ser mais eficiente nas missões, e assim um ano se passou dentro do esquadrão. — Pausa para respirar profundamente — Fazia quase que oito meses que não colocava os pés em casa, havia acabado de receber a notícia em que a nossa mãe havia falecido devido a uma doença que teve devido ao seu estado depressivo, e a partir desse dia exclui a nossa casa e tudo o que vivi ali, deixando bem claro que apenas o sharingan me caracterizava como Uchiha, pois esse sobrenome era maldito por mim. —



Alec & Hermes !
— Sem querer uma relação com o Hatake estava ganhando espaço com a medida do tempo, mesmo eu sendo marrento e arrogante, não conseguia me livrar dele que de certa forma o lembrava e muito Kanji, não em questão de aparência e tudo mais, e sim pelo seu comportamento calmo e engraçado as vezes atrapalhado. As missões continuaram como sempre e cada vez mais eramos escalados como dupla na maioria das missões, isso devido ao nosso entrosamento de técnicas e habilidades que acabou se tornando a melhor combinação do esquadrão inteiro. Uma missão importante era eliminar shinobis de Aogakure que conseguiram de alguma forma informações valiosas sobre a vila, a qual eu era usado como arma, e nessa missão ficamos quase que o dia inteiro para alcançarmos os inimigos, mas graças aos "Nikens" de Hermes acabamos por rastreá-los o tempo todo e antes que a ultima folha caísse no chão daquela floresta, estávamos lá pronto para agir. Por não ter muito contato com os inimigos diretamente Hermes era meio mole ao executar um inimigo, e comigo ao seu lado tudo era mais simples devido ao meu passado, e por fim acabamos por eliminar nossas inimigos deixando marcas em nossos corpos ao decorrer desse um ano e dois meses como membros do esquadrão ANBU. — Hermes é uma boa pessoa, Alec achava isso embora nunca tenha dito — Sem demonstrar muito sentimento para com o Hatake, nossas missões sempre eram bem sucedidas graças a relação que acabamos por construir com o tempo e assim forjar em meio aos campos de batalha em diversas missões que nos colocaram em várias situações perigosas e impossíveis de se escapar, "mas nem tudo são flores" — Frase usada por 8 em suas narrações — Não era mais necessário estarmos juntos como dupla, agora estávamos como superiores de alguns novatos que ingressaram na ANBU, e uma delas "Jennifer" era conhecida de Hermes, e desa forma me afastei dele como deveria de ser. 


Primeira missão solo !
— Com o meu avanço no esquadrão missões mais importantes eram colocadas em minhas mãos, e meus superiores queriam resultados ! Estava sendo enviado para um lugar além do que conhecia geograficamente, não tinha conhecimento das terras do oeste e muito menos informações boas onde estava me metendo. Como ex-Uchiha era enviado a um local que a muito tempo só havia escutado em histórias de terro em que o nosso pai nos contava, era um local sem vida e sem vegetação alguma, apenas árvores secas e terra sem esperança, estava em um local conhecido como "Inunakigakure" embora não possuísse aldeia alguma esse era o local que a história de "Tomino" era contada. — A velha irmã vomita sangue, a jovem irmã cospe fogo. Doce Tomino cospe joias preciosas.Tomino morreu sozinha e caiu no inferno. Inferno, escuridão, sem flores. É a irmã mais velha de Tomino que a açoita? O número de vergões vermelhos é preocupante. Açoitando e batendo e espancando, o caminho para o inferno eterno é a única via. Implore por orientação na escuridão do inferno. Da ovelha dourada, ao rouxinol. Quanto falta na bolsa de couro, prepare para a jornada infindável no inferno. Primavera vem e nos bosques e vales, sete voltas no vale sombrio do inferno. Há um rouxinol na gaiola, no carrinho uma ovelha, nos olhos da doce Tomino há lagrimas. Choro, rouxinol, para os bosques e a chuva expressando seu amor por sua irmã. O eco do seu choro uiva pelo inferno, e uma flor vermelho-sangue desabrocha. Pelas sete montanhas e vales do inferno, doce Tomino viaja sozinha. Para receber você no inferno,As estacas brilhantes da montanha espinhada fresco espeto perfura na carne, como um sinal para a doce Tomino. — Seguia rumo ao norte da região até encontrar uma mulher que cuspia fogo sem usar selos o que me colocou em um combate demorado onde tiver que sobrepor o fogo da mulher com o "Amaterasu", logo pude perceber que ali as coisas que via acontecer eram trechos da história de Tomino, o que acabou por me abalar psicologicamente, quando me dei conta era nocauteador misteriosamente.


A maldição Uchiha !
— Acordava amarrado e com os olhos vendados em algum lugar rochoso, conseguia sentir o vento soprando pelo local e balançando os meus cabelos era notável que estavam a soprar do oeste para noroeste, o que me confortava em saber que ainda me encontrava em Inunakigakure, passos eram ouvidos e assim duas pessoas conversavam e o timbre de voz de uma delas me era familiar, mesmo que eu não tenha mais mantido contato ao longo desse tempo em que me afastei do nome Uchiha, sabia que aquela voz era de meu pai Hazaki ! —  Pois é irmão, pai Uchiha tramou tudo mesmo antes do nascimento de seus filhos por uma promessa vazia, fazendo acreditar que conforta o coração da mãe ter partido antes de saber disso — De acordo com o que era ouvido por mim e pela história de terro, me encontrava nas montanhas do inferno se assim poderia dizer, mais julgando pelo que vi nos momentos em que estive seguindo minha missão pelo local, a história era de certa forma real. O poder que conseguimos despertar tão jovens e inexperientes fora devido a uma experiência com um culto antigo que fez com que nosso pai trocasse a nossa vida pela vontade de ter as rédias do clã Uchiha em suas mãos, e assim dominar a vila de Akagakure. Com o poder de meus olhos uma profecia era citada enquanto eu estava sendo carregado para alguma lugar escuro, e logo a venda de meus olhos era retirada e estava a olhar para uma enorme caixa de pedra, não tinha como não deixar de olhar uma coisa enorme diante de mim, onde estava com o Eien Mangekyō Sharingan ativado devido a uma droga que injetaram em mim. O sangue escorria de meus olhos e eram sugados para aquela enorme caixa de pedra, formando uma abertura na mesma feita com o nosso sangue irmão, que logo libertava uma mulher que fora chamada de Tomino. — Nessa hora não adiantava mais correr, apenas ficar de boca aberta, não é que a mulher maldita existia mesmo — Os olhos dela estavam completamente iguais aos meus e os poderes que ela demonstrava ao matar todos ali, eram exatamente iguais aos que meus olhos dotavam, em meio a confusão o relatória da minha missão estava correta e que eu era o único enviado para tal revelava que a vila também estava por trás disso, a vila que eu jurei lealdade estava me enviando para a morte.


A batalha Tomino !
— Não havia sobrado quase que ninguém vivo ali que não tenha sido consumido pelo fogo negro do "Amaterasu", muitos conseguiram correr e os primeiros mortos foram os cegos pelo culto da história de terro. Estava lá cara a cara com a mulher que estava abusando do uso dos poderes de meus olhos, com os punhos cerrados só me lembrava do sofrimento em que meu irmão passou para que ele pudesse ver o futuro através de mim e não seria por conta de uma mulherzinha que iria profanar a memoria de meu irmão. Um combate estava acontecendo ali com direito a proporções devastadoras, em questão de minutos a sala que se encontrava no subsolo estava tomada pela chama negra que devorava tudo ao alcance, menos a enorme caixa de pedra que acabou por chamar a minha atenção. Nosso pai Hazaki voltou e revelou que existia uma forma de selar a tal mulher novamente dentro da caixa de pedra que se tratava de uma urna, e com a informação recebido foi apenas uma questão de tempo ate que a mulher fosse contida. — O pai que amaldiçoou os filhos voltou para tentar concertar o seu erro — Preste bem atenção nessa parte Kanji, olha o que nosso pais me falou. Filho tudo o que eu fiz foi para um bem maior, os Uchiha não podem ficar nas mãos da família Furude onde Rika segue com os costumes erradas para com o Clã e a Aldeia. Nosso pai colocou tudo o que ele fez de errado na pessoa que comando Akagakure, o que me fazia pensar que ela sabia o que iria acontecer aqui nesse lugar onde eu me encontrava. O sangue presente em meu corpo conduzia meus movimentos com a criação de uma aura esquelética que me cercava enquanto estava de frente pro nosso pai, e assim colocava um fim na sua vida cheia de erros e sem escrúpulos, que por alguma razão fazia com que meu coração fosse aliviado de um peso que estava me fazendo cansar de tanto suporta-lo. Era notável de que eu teria que mudar ali e agora até que encontro um papel no chão que fora deixado cair pelo corpo morto do pai.


Uma ferramenta de matar!
— Na quele instante ao terminar de ler o que estava descrito em um pequeno pedaço de papel, matava meus sentimentos para com a vila, não havia mais uma razão para sentir tudo aquilo que eu havia conquistado ao longo desses quase dois anos exercendo como a lâmina de Akagakure, punindo tudo e todos que eles acham no direito. — Conta isso em um diário poderia ser ruim — A toda exemplar e perfeita princesa Furide Rika estava de acordo com o que nosso pai fez, ela era uma das pessoas mais influentes do culto para libertar Tomino, e nosso pai não fez tudo com o desejo de ser o dono da voz que comanda o Clã, e sim a de Rika que agora é minha mãe biológica ! O que explicava muita coisa, o jeito em que eramos tratados e a forma como fomos guiados entre os treinos e histórias com nosso pai, não era mais um peão nas mãos de uma mulher que se passa de santa quando na verdade é uma verdadeira tirana. — Ir contra todo um império é algo idiota a se fazer, o jeito e seguir com a cabeça fria —  Sábias palavras de minha falecida mãe, uma ilusão sobre tudo aquilo que havia acontecido tão do longe do que eu acreditava ser minha casa, não passava de um mero relato de missão que omiti quase que tudo completamente, e estar na vila era algo que me causava repulsa. E assim mais que nunca me afastava das pessoas que um dia foram legais, não dava mais para acreditar em coisas com a dor que rasgava o meu peito, uma dor que era acumulada em meu coração, uma dor que um dia irá sair de dentro de mim e matar o que está querendo me matar. Com o retorno a vila fiquei quase que um mês sem fazer nada, apenas refletindo a minha vida e imaginando cada passo que darei desde então, e assim cheguei a uma conclusão de ser a ferramenta da vila vermelha, deixar com que me use pois só assim estarei perto da mulher que estragou a minha vida e que ainda vive, era apenas uma questão de tempo até que o destino irá fazer com que a minha vingança se torne realidade. E assim estou bem completando hoje três anos que você se foi de minha vida, mas os seus olhos continuam vendo o nosso futuro o caminho que iremos trilhar e continuar sendo essa máquina de matar e nos tornamos.



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#3
Fuera de línea
em Seg Jul 24, 2017 1:39 pm


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Aceito

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#4
Fuera de línea
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